segunda-feira, dezembro 18, 2006

A Terra Celeste




A TERRA CELESTE
Preparando a construçao do Lugar da Paz

A necessidade actual é de um ser que combine as qualidades de um contemplativo profundo, um curador psíquico e um operador pragmático. Isto significa que necesitamos de um ser-síntese. Alguém capaz de interagir com igual equilibrio nao só com ambos os polos da manifestaçao universal – um contemplativo e um construtor pragmático – mas muito sensivelmente com o sempre adiado problema da Harmonia, com as realidades intermedias que ligam o Espirito e a Substancia. Este é o Curador Psíquico, o centrador dos mundos, o harmonizador das esferas , numa palavra : o Homem.

Sabemos muito sobre a substancia e alguma coisa sobre o Espirito. Conhecemos os cristais das qualidades do mundo e somos visitados pelos Deuses em frotas iridiscentes. Mas ainda sabemos pouco sobre o Cristo individual, o filho de Deus que é filho do Homem.

O nosso problema é um problema de Harmonia. Os toques dos dois mundos sao constantes, dois tempos, dois dragoes, dois polos buscam um alucinante matrimónio dentro de nós. Como se aos atomos nao bastasse a sua condiçao de baterias-memória da historia universal e aos Deuses a sua condiçao olímpica fosse quase uma prisao de luz suspensa. A ultima palavra cabe ao coraçao humano, ao centro alquimico do universo, ao Grande imâ e seu reflexo em nós.

A nova experiencia, o novo degrau, o Lugar da Paz, a nascer, será essencialmente um laboratorio de Harmonia, uma nova equaçao para os Mundos, um selo ígneo anunciando um novo modo de Casamento. Assim o lugar de Iniciaçao será também o lugar de Encontro nao só com a ternura dos pulsares e com o Amor da Irmandade mas com a coesao mesma do individuo perante si-mesmo, a cura psíquica que sutura as cicatrizes do peregrino e o centra num núcleo sumamente elegante: o ser plenamente consciente da sua funçao cósmica.

O lugar da Iniciaçao será o lugar do encontro consigo mesmo, também psicológicamente, na Alegria Solene da auto-recriaçao em nome do infinito Ser.

Ofertemos os nossos seres, nao apenas ás alturas ilimitadas da mente divina nem ás profundidades dos oceanos plásticos e do eros cego mas essencialmente consagremos o nosso ser ao nascimento de um novo modo de Homem, um curador de homens e um encantador de átomos e de Deuses.

Isto significa que estamos interessados na manifestacao do perfeito meio, do ponto mediano onde a Terra se torna Celeste e o Céu ganha a solidez e a estabilidade de um facto consumado, de um Cristal do Ser Puro.

Estamos, como operadores da harmonia dos Mundos, interessados no perfeito ponto mediano: O Quarto Raio e o seu milagre, a Terra Celeste.

Lys, como exemplo da Futura Harmonia Terrestre e geratriz do Novo Degrau guarda para nós a semente de uma Humanidade onde as clivagens entre Cristo - o homem interno - e o homem externo nao mais existem, e onde a alma, a grande intermediária, encontra o seu Reino.

Depois de conquistada a Harmonia, o Novo Ser, entao caminharemos para o Templo e beberemos directamente da Luz das esferas sagradas. Mas primeiro a Lei do Equilibrio, da suave electricidade do Equilíbrio, será anunciada e vivida.

Estamos interessados em curar o homem em profundidade e assim contribuir para revelar o Deus Oculto.

Com amor
André

Etapas de Integração


Caros irmãos;

um de nós enviou-nos, há tempos, algumas reflexões sobre o seu processo. Segue-se o nosso comentário. Espero que seja útil...


Y: "Sabes depois de algum tempo descobri que não é aniquilando a dualidade que existe em mim que me vai ajudar a avançar. Tenho é que transformar essa dualidade em unidade"


Sem dúvida. Esse é o caminho. Mas o que te fez pensar que é aniquilando um dos lados da dualidade que se avança?

Aniquilar NUNCA é o caminho excepto em relação e certas forças evolutivas aberrantes. Tudo o mais deve ser integrado.


Y: "...Como por exemplo a existência de duas pessoas em mim: Durante muito tempo preocupei-me em optar por uma e aniquilar a outra, isso só me trouxe instabilidade e medos, hoje tento cada dia que passa fundir uma na outra sem grandes atritos e consciente que ambas fazem parte do meu ser e do meu autoconhecimento."



...O Eu real e o Eu sombra. Ambos são essenciais à iluminação.

Lembremo-nos da grande chave da alquimia:

TU NÃO PODES TRANSFORMAR ALGO QUE AINDA NÃO APRENDESTE A AMAR!


Como integrar estes dois seres em nós?
Parece que existem duas etapas:

Etapa de Integração

É necessário estar atento aos momentos em que, espontaneamente e livremente, percebemos que devemos expandir horizontalmente e viver a expressão dos centros sub-diafragmáticos - dança, riso, paixão, amor humano, sexualidade e erotismo, experiência do mundo, iniciativas pessoais, art d'vivre, fazer dinheiro, criatividade horizontal, gerir negócios, comprar objectos, fazer amigos, etc... - e os momentos em que nosso ser profundo nos pede para nos abrirmos à vibração superior - oração, retiro, aspiração profunda, serviço, meditação e impessoalização da existência.

Os dois impulsos existem nesta etapa e devem ser assumidos.

Se tudo for feito com equilíbrio verificas que há um ritmo para cada aspecto. A respiração total do ser total prevê uma onda de impulso-vida que começa no Alto, desce aos níveis conscientes estimulando actividades inteligentes, desce ainda aos níveis sub-diafragmáticos estimulando expressões de enraizamento e depois volta a ascender até retornar à Sua Fonte.

Numa primeira fase a chave é coordenar os ritmos. Visualizar um "OITO" envolvendo com o primeiro círculo os aspectos superiores e internos e com o segundo ciclo os aspecto externos e de enraizamento.

Nesta etapa é essencial dar um tempo a cada coisa e uma oportunidade de cada aspecto do nosso ser se expressar.

Daí advém o equilíbrio, a alegria de viver e a gratidão da parte humana pelo facto de existir. Isto é essencial, de outro modo a busca do espirito transforma-se num mecanismo oculto do nosso super-ego, através do qual ele nos culpa, castiga e reprime.

Pessoas com super-egos muito fortes tendem a "vidrar" em metas espirituais supremas e a inibir, por puro orgulho perfeccionista, a expressão do ser inferior, sem passar pelas etapas de integração amorosa e auto-compaixão, expressões da alma enquanto psiquismo.

Cuidado com o super-ego, esse instrumento oculto, criado na infância, que sabota a nossa capacidade de sentir alegria e amor, calor instintivo e ancoragem na Terra, procurando destruir constantemente a vontade humana de se abrir à vida enquanto esta se apresenta sob a forma de prazer, alegria humana e pulsação-terra.

O super-ego pretende a sublimação e a espiritualização do homem a todo o custo e a todo o preço apenas como forma de exibir aos "pais" - ao mundo, a um agente aprovador exterior - um trofeu máximo.

Este super-ego é frio, calculista, saturnino e inflexível. É um príncipe rígido. Ele é especialmente perigoso porque usa as verdades superiores para ferir o ego - e não para transformá-lo - e imita o Eu Superior sob a forma de um Anjo absoluto e Castigador.

Todos os seres com tendências monásticas ou verdadeiramente espirituais devem vigiar este Ditador interior e denunciá-lo. Ele não serve o ser interno, é apenas uma expressão do medo de solidão traduzido sob a forma de compulsão em ser perfeito para agradar e impressionar os outros ou o Ego. Este sujeito quer ser o máximo, e já para amanhã: não sabe viver processos.

É essencial viver a etapa terrestre, sub-diafragmática, com paz, ritmo e equilíbrio. Como se disse a chave é coordenar essa etapa com os momentos em que a onda-de-vida reflui e pede para se exprimir como elevação, aspiração, oração, serviço, etc...

Enquanto estamos combinando, coordenando e vivendo os dois aspectos alternadamente estamos na etapa de integração. Cada ser tem o seu ritmo de integração, e o seu compasso de expressão. Isso depende das energias de raio da alma e da personalidade, da constante astrológica exotérica e da constante astrológica esotérica. Depende do ponto que cada ser ocupa na hierarquia da vida em função do trabalho de integração começado em vidas anteriores.

Eu diria que os seres com fortes traços espirituais mas com limitações de expressão tem um trabalho profundo para fazer no plano de integração.

Durante a etapa de integração as chaves são, entre outras:

Coordenação Trina: Instinto - Criatividade - Aspiração
Profunda humildade
Auto-perdão e auto-estima
Gratidão por todas as expressões da vida
Alegria de viver.
Contenção da frieza mental através da inteligência sensível - coração.
Contenção do desejo através da inteligência racional - mente.
Auto-Compaixão conduzindo a Compaixão pelos outros.
Abertura à alegria-prazer enquanto expressão de amor a nós mesmos
Simplicidade de mente e coração.
Vigilância do "super-ego" e do seu eterno companheiro o "libertino hedonista".
Amor à Beleza
Disciplina no uso do tempo.


Etapa de Fusão


A etapa de integração é o período no qual nossos corpos se exprimem e nossas tendências humanas legítimas são conhecidas e respeitadas. No entanto a maioria das pessoas estagna neste nível. Eles não sabem ler os sinais que tanto o ser inferior como o ser interno estão dando, a partir de certo momento, de que a etapa de fusão pode começar.

Nesta segunda fase não vivemos mais em separado os dois aspectos do homem - Céu e Terra - pelo contrário procuramos viver os aspectos sub-diafragmáticos em simultâneo com os aspectos superiores.

Eu diria que aqueles que se sentem completamente desvitalizados e internamente perdidos durante as actividades naturais, saudáveis e normais da vida estão começando o processo de fusão.

Nesta etapa não estamos mais "coordenando" mas "seleccionando": fundindo superior com terrestre.

Isso só é possível porque os corpos não se encontram reprimidos, negados ou violentados pelo gelo do super-ego. Estamos quentes, soltos, flexíveis e ágeis.

O psiquismo do indivíduo aceita a transformação e a disciplina porque está interessado na nova experiência - a experiência do Divino - e não porque se encontra sob nenhuma pressão pseudo-espiritual, restritiva.

Assim cada vez que nos surge uma oportunidade de expressão sub-diafragmática, em vez de fecharmos o canal com os reinos superiores ainda o abrimos mais. Realmente partimos para a experiência do mundo em total oração, meditação e amor ao Todo.

Nestas condições quais são as expressões sub-diaframáticas que podem sobreviver?

Subitamente percebemos que o caminho se estreita: apenas uma faixa de frequência muito estreita se torna possível de ser vivenciada. No plano sexual, criativo e existencial apenas expressões de qualidade superior são admitidas, e tendem a refinar-se ao ponto de algumas mesmo desaparecerem - transmudadas em luz.

Nessa fase verificamos que certas formas de estar não são compatíveis com a invocação e consciencialização da Presença constante de nosso Ser Total.

Só então se torna claro o que deve ser eliminado, e mesmo assim pela acção conjunta de nossa vontade de êxtase espiritual - em total liberdade - e de nosso Ser Interno em potência descendente.

Trata-se de um processo de educação.

Sabemos que a fusão de um aspecto terrestre com um aspecto interno realmente aconteceu porque o resultado é uma explosão de energia criativa, iniciativa impessoal, capacidade de serviço e eliminação total do mínimo vestígio de amargura ou tristeza. Em duas palavras RITMO SAGRADO.

As chaves incluem:

Sinceridade
Simplicidade
Aspiração constante
Visualização do próprio Ser Interno em glória sobre nossas cabeças
Amor ao Sublime
Disciplina
Honestidade
Pureza
Humor espiritual - essencial.
Alegria de estar no Seio do Pai-Mãe Universal
Vontade Espiritual
Superação de aparências
Consciência de Libertação
Amor incondicional

Grato
André

sábado, dezembro 09, 2006

Aragorn


"Dou Esperança aos homens e não guardo nenhuma para mim"


Aragorn - O Regresso do Rei

sábado, novembro 18, 2006

A Função Humana

"A função humana atinge o seu pico frente ao desconhecido porque toda a massa universal nos usa para sonhar com o Divino." - Pinho

Auto-Reverência


“A identificação com os limites expulsa a Auto-Reverência. O Amor ao nosso potencial gera a Auto-Reverência. Só a Auto-Reverência abre os portais dos Mundos Sagrados”
Pinho

quinta-feira, novembro 16, 2006

Lys e Vénus

Ser de Vénus fotografado nos anos 80 após aterrizagem de uma nave de observação. Os Venusianos tem os seus corpos compostos por substancia nutrida pelo corpo gemátrico, o nível mais profundo do éter gerador de formas, o que os torna mensageiros da vibração virginal, frequencia de imagem e semelhança que se reflete também no Espelho Central de Lys.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Lys e o Éter Primordial

Avé!...
Está disponível em versão blog uma transcrição da Conferencia de 2002
"Lys e o Éter Primordial"

2001 A Space Odissey


Um dos meus choques positivos de infancia...quando o meu pai me levou a ver o 2001 nos anos setenta ( Tivoli! ) fiquei horas sem falar... tornou-se um dos nossos filmes preferidos. Um link em flash com uma interpretação possível: http://www.kubrick2001.com/
AN

quarta-feira, novembro 08, 2006

Energia Monetária - novo texto disponível

Boa noite!...
Apenas para assinalar um link para uma conferência sobre a natureza interna daquela energia fascinante e complexa a que chamamos dinheiro. Boa leitura! Comentários, como sempre, bem vindos...

O URL: www.energiamonetaria.blogspot.com

Nas asas de uma certa alegria,
AN

segunda-feira, novembro 06, 2006

Instrução Espiritual e a História Interminável



Acredito que há pelo menos 6.000.000.000 de formas diferentes de fazer a mesma coisa.

Talvez por isso há um fenómeno que me descompensa um pouco no mundo religioso – e que atinge igualmente o mundo da busca espiritual integrada a organizações e a figuras carismáticas – e é este:

Uma história, “a história> o instrutor que conhece a história> uma audiência passiva cuja única forma de se livrar da história é esperar que o instrutor chegue ao fim de contar a história.

Bem, este é um tempo em que os instrutores espirituais são apenas responsáveis pelo despertar nas massas da consciência de que realmente HÁ uma história (de onde vimos, para onde vamos, onde estamos neste momento, etc...) Mas não está claro se a função destas pessoas, digamos espiritualmente explicitas, seja a de contar a história até ao fim. Porquê?

Primeiro porque, de um ponto de vista iniciático profundo, os instrutores estão tão perdidos quanto o resto do mundo, eles simplesmente lidam de uma forma sagrada com o seu labirinto – o que é bom – depois porque contar a história até ao fim é uma atitude própria dos pais e das mães e num mundo de seres que se querem adultos e que já tiveram que arcar com um par de pais na infância... quem quer mais pais e mães depois de crescer?

Uma característica do indivíduo adulto é a de que ele termina as histórias que chegam até ele e as que nascem dentro dele - pela forma como vive.

Eu chamaria pai-mãe aquelas figuras para quem corremos em busca de segurança e GPS e chamaria irmão mais velho aquelas pessoas que nos desafiam, estimulam e desassossegam porque nos contam histórias que ainda não compreendemos bem mas nos magnetizam e chamaria irmão aquelas pessoas que nos ensinam coisas igualmente inesquecíveis simplesmente sendo eles mesmos e vivendo a árdua tarefa de manter o mundo a funcionar.

As pessoas espiritualmente explícitas – os instrutores – sabem, no íntimo, que o Universo lhes deu um mandato para oscilarem entre a figura do irmão-mais-velho e do irmão, não mais, não menos. Se forem bons contadores de histórias –afinal todo o conhecimento é uma narrativa até se transformar em Sabedoria dentro de nós, momento em que passa a ser uma vibração - saberão quando criar espaços, silêncios, formas moderadas, metáforas incompletas e regiões por definir de forma a que cada um de nós possa pegar na história com que se identifica e seguir construindo a sua parte da aventura.

Creio que é tarefa de um instrutor profundo contribuir para apresentar ao mundo espaços desconhecidos, espaços de cognição suficientemente definidos para serem reconhecidos mas suficientemente abertos para manter em nós um espírito de aventura e maravilhamento: em suma, espaços do ser totalmente enigmáticos e totalmente familiares ao mesmo tempo.

Por outro lado isto não desvitaliza ou reduz a tarefa de um instrutor. Sinto que -enquanto não eclode uma iniciação global- precisamos de mais instrutores e gurus e não de menos, mas precisamos de instrutores diferentes, que produzam um desassossego genuinamente libertador e que saibam contar a sua história mantendo tudo em aberto, isto é estimulando no receptor a actividade de criar a sua parte na história, como um professôr que expoe os alunos ás suas próprias preplexidades sem contudo anarquizar o seu trabalho de tutor. Não se trata apenas de instrutores com humor, mas de instrutores com consciência operativa da Vastidão do Ser.

Lembro-me de que quando era pequeno queria muito saber o fim das histórias, de outra forma acumulava-se um sentimento de insegurança. Agora aos 40 anos não sei se estou tão interessado em saber como as histórias acabam porque a responsabililidade pela minha própria história individual tornou-se a forma de contribuir para o fim de todas as histórias possíveis.

Um dos aspectos pobres da Bíblia entendida em termos populares – existem também os aspectos imensamente ricos naturalmente – é de que se trata de uma história fechada: Deus criou o mundo assim e assim, depois aconteceu um acidente assim e assim e o mundo avariou-se, depois veio um Messias que disse como se consertava o mundo e passou-nos a tarefa, depois, no fim, vem a contagem dos pontos e a salvação. Enquanto história é muito circular e fechada, sossega a criança em nós mas não deixa muito espaço para uma criatividade posterior.

Mas a verdade-mistério é que a Jerusalém Celeste, descendo à Terra - e eu faço parte do grupo de loucos que sente que isso vai acontecer literalmente e não apenas simbolicamente - não é o fim da história mas o princípio de uma nova aventura, o encontro da Humanidade com um patamar de stress criativo e responsabilidade cósmica muito mais vasto.

Depois de restaurado o Paraíso na Terra as nossas histórias individuais não terminam: cada ser receberá tarefas e desafios que hoje não podemos ainda compreender.

E cada um procurará mergulhar em mistérios cósmicos novos de formas novas e imprevisíveis, com uma impecável agilidade, diversidade e pluralidade.

O Livro de Urantia afirma que mesmo os Arcanjos tem lendas e especulações sobre como começou a Ilha Central de Havona, a singularidade das singularidades. Deduzo que quanto mais singular fôr o modo de caminhar de cada um de nós mais próximos estamos de Havona.

Não sabemos como a história acaba ou se acaba. Se dissermos que nunca acaba e não tem fim creio que isso já é abusivo, pode ter fim, pode não ter. É optimo.

Ad Astra
AN