sábado, novembro 18, 2006

A Função Humana

"A função humana atinge o seu pico frente ao desconhecido porque toda a massa universal nos usa para sonhar com o Divino." - Pinho

Auto-Reverência


“A identificação com os limites expulsa a Auto-Reverência. O Amor ao nosso potencial gera a Auto-Reverência. Só a Auto-Reverência abre os portais dos Mundos Sagrados”
Pinho

quinta-feira, novembro 16, 2006

Lys e Vénus

Ser de Vénus fotografado nos anos 80 após aterrizagem de uma nave de observação. Os Venusianos tem os seus corpos compostos por substancia nutrida pelo corpo gemátrico, o nível mais profundo do éter gerador de formas, o que os torna mensageiros da vibração virginal, frequencia de imagem e semelhança que se reflete também no Espelho Central de Lys.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Lys e o Éter Primordial

Avé!...
Está disponível em versão blog uma transcrição da Conferencia de 2002
"Lys e o Éter Primordial"

2001 A Space Odissey


Um dos meus choques positivos de infancia...quando o meu pai me levou a ver o 2001 nos anos setenta ( Tivoli! ) fiquei horas sem falar... tornou-se um dos nossos filmes preferidos. Um link em flash com uma interpretação possível: http://www.kubrick2001.com/
AN

quarta-feira, novembro 08, 2006

Energia Monetária - novo texto disponível

Boa noite!...
Apenas para assinalar um link para uma conferência sobre a natureza interna daquela energia fascinante e complexa a que chamamos dinheiro. Boa leitura! Comentários, como sempre, bem vindos...

O URL: www.energiamonetaria.blogspot.com

Nas asas de uma certa alegria,
AN

segunda-feira, novembro 06, 2006

Instrução Espiritual e a História Interminável



Acredito que há pelo menos 6.000.000.000 de formas diferentes de fazer a mesma coisa.

Talvez por isso há um fenómeno que me descompensa um pouco no mundo religioso – e que atinge igualmente o mundo da busca espiritual integrada a organizações e a figuras carismáticas – e é este:

Uma história, “a história> o instrutor que conhece a história> uma audiência passiva cuja única forma de se livrar da história é esperar que o instrutor chegue ao fim de contar a história.

Bem, este é um tempo em que os instrutores espirituais são apenas responsáveis pelo despertar nas massas da consciência de que realmente HÁ uma história (de onde vimos, para onde vamos, onde estamos neste momento, etc...) Mas não está claro se a função destas pessoas, digamos espiritualmente explicitas, seja a de contar a história até ao fim. Porquê?

Primeiro porque, de um ponto de vista iniciático profundo, os instrutores estão tão perdidos quanto o resto do mundo, eles simplesmente lidam de uma forma sagrada com o seu labirinto – o que é bom – depois porque contar a história até ao fim é uma atitude própria dos pais e das mães e num mundo de seres que se querem adultos e que já tiveram que arcar com um par de pais na infância... quem quer mais pais e mães depois de crescer?

Uma característica do indivíduo adulto é a de que ele termina as histórias que chegam até ele e as que nascem dentro dele - pela forma como vive.

Eu chamaria pai-mãe aquelas figuras para quem corremos em busca de segurança e GPS e chamaria irmão mais velho aquelas pessoas que nos desafiam, estimulam e desassossegam porque nos contam histórias que ainda não compreendemos bem mas nos magnetizam e chamaria irmão aquelas pessoas que nos ensinam coisas igualmente inesquecíveis simplesmente sendo eles mesmos e vivendo a árdua tarefa de manter o mundo a funcionar.

As pessoas espiritualmente explícitas – os instrutores – sabem, no íntimo, que o Universo lhes deu um mandato para oscilarem entre a figura do irmão-mais-velho e do irmão, não mais, não menos. Se forem bons contadores de histórias –afinal todo o conhecimento é uma narrativa até se transformar em Sabedoria dentro de nós, momento em que passa a ser uma vibração - saberão quando criar espaços, silêncios, formas moderadas, metáforas incompletas e regiões por definir de forma a que cada um de nós possa pegar na história com que se identifica e seguir construindo a sua parte da aventura.

Creio que é tarefa de um instrutor profundo contribuir para apresentar ao mundo espaços desconhecidos, espaços de cognição suficientemente definidos para serem reconhecidos mas suficientemente abertos para manter em nós um espírito de aventura e maravilhamento: em suma, espaços do ser totalmente enigmáticos e totalmente familiares ao mesmo tempo.

Por outro lado isto não desvitaliza ou reduz a tarefa de um instrutor. Sinto que -enquanto não eclode uma iniciação global- precisamos de mais instrutores e gurus e não de menos, mas precisamos de instrutores diferentes, que produzam um desassossego genuinamente libertador e que saibam contar a sua história mantendo tudo em aberto, isto é estimulando no receptor a actividade de criar a sua parte na história, como um professôr que expoe os alunos ás suas próprias preplexidades sem contudo anarquizar o seu trabalho de tutor. Não se trata apenas de instrutores com humor, mas de instrutores com consciência operativa da Vastidão do Ser.

Lembro-me de que quando era pequeno queria muito saber o fim das histórias, de outra forma acumulava-se um sentimento de insegurança. Agora aos 40 anos não sei se estou tão interessado em saber como as histórias acabam porque a responsabililidade pela minha própria história individual tornou-se a forma de contribuir para o fim de todas as histórias possíveis.

Um dos aspectos pobres da Bíblia entendida em termos populares – existem também os aspectos imensamente ricos naturalmente – é de que se trata de uma história fechada: Deus criou o mundo assim e assim, depois aconteceu um acidente assim e assim e o mundo avariou-se, depois veio um Messias que disse como se consertava o mundo e passou-nos a tarefa, depois, no fim, vem a contagem dos pontos e a salvação. Enquanto história é muito circular e fechada, sossega a criança em nós mas não deixa muito espaço para uma criatividade posterior.

Mas a verdade-mistério é que a Jerusalém Celeste, descendo à Terra - e eu faço parte do grupo de loucos que sente que isso vai acontecer literalmente e não apenas simbolicamente - não é o fim da história mas o princípio de uma nova aventura, o encontro da Humanidade com um patamar de stress criativo e responsabilidade cósmica muito mais vasto.

Depois de restaurado o Paraíso na Terra as nossas histórias individuais não terminam: cada ser receberá tarefas e desafios que hoje não podemos ainda compreender.

E cada um procurará mergulhar em mistérios cósmicos novos de formas novas e imprevisíveis, com uma impecável agilidade, diversidade e pluralidade.

O Livro de Urantia afirma que mesmo os Arcanjos tem lendas e especulações sobre como começou a Ilha Central de Havona, a singularidade das singularidades. Deduzo que quanto mais singular fôr o modo de caminhar de cada um de nós mais próximos estamos de Havona.

Não sabemos como a história acaba ou se acaba. Se dissermos que nunca acaba e não tem fim creio que isso já é abusivo, pode ter fim, pode não ter. É optimo.

Ad Astra
AN

domingo, novembro 05, 2006

Karma Yoga e Aeronáutica

Imagem: Antaeus 2006

Então surge como um relâmpago a pergunta:

"Qual a medida mínima de interferência -seja no que fôr- que ainda assim produz o máximo de LUZ?"

A pergunta, que desce sobre a mente vinda de um mundo de meta-ideias, é um convite à economia kármica; um convite a um karma yoga - acção combinada com uma distância sensível em relação ao Ego e ao Mundo enquanto motores de falsa individualidade.




Quanto de nós é necessário para iluminar o Mundo e quanto de nós está a mais? Existe um empenho. Existe um subarrefecimento do empenho, existe um sobreaquecimento do empenho.
Como manter a temperatura da paixão no grau mínimo necessário para a revelação da Realidade?


Em princípio uma acção distanciada, translúcida, é tão exacta e estrita que se encontra despida de adorno emocional ou vital. Creio que é assim que se fazem aviões. Quero dizer... um avião que tenha algo a mais ou algo a menos simplesmente não voa. A aeronáutica sempre me fascinou por ser um exemplo tão sólido de elegância e equilíbrio. De mínimo.



O mistério não é tanto a elegância da pergunta, ou a elegância que a pergunta faz vislumbrar, ou mesmo as possibilidades de especulação desta, mas principalmente de onde vem este material súbito e completo? De onde vêm as perguntas realmente eficientes?


...como se existisse uma catedral de luz, acima das sinapses, muito mais potente e mais rápida que o pensamento...


A Força actua, imaterial, a substância cerebral é electrificada e subitamente somos mais vastos do que há segundos atrás. E saber que houve um tempo - o tempo primordial do Homem Primordial - em que o espírito e o cérebro eram um só...


Best
AN

sábado, novembro 04, 2006

Uma Triangulação




Hoje deparei-me com este triângulo de energias. A primeira impressão é de que correspondem ao Transcendente (Suprema Reverência), à Consciência em expansão (Coração Radiante) e à Luz-Compreensão (Novo Signo). É como se o Ser Interno estivesse tentando transmitir à consciência de vigília um modo preciso de intimidade com a Trindade.

AN